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RebobinAndo: 7×20 ‘Till DeAth do Us Part

 JP  28/06/2017  RebobinAndo

O ciclo chega ao fim.

Eu quero que esse último rebobinAndo seja diferente. Quero que a última vez que eu escreva sobre PLL aqui seja diferente, sem teorias malucas, sem reclamações ou nada que possa estragar o nosso adeus à Rosewood. Eu sei, o episódio simplesmente jogou tudo na nossa cara e tivemos pouco tempo pra processar toda a revelação – já esperada por alguns, até mesmo por mim – da identidade de A.D. Vamos, então, rebobinar, pela última vez:

Era uma vez duas irmãs gêmeas não se davam nada bem. Mary e Jessica se desentendiam e guardaram ressentimentos durante anos. Depois de ser acusada injustamente de matar um bebê, Mary Drake foi internada no sanatório Radley, onde ficou por muitos anos mas, mesmo assim, conseguiu sua vingança contra sua irmã Jessica, ao enganar o amante da mesma, Peter Hastings e acabar engravidando dele. A relação adultera entre Peter e Jessica gerou o pequeno Jason DiLaurentis e, mais ou menos na mesma época, Mary Drake teve seu primeiro filho, Charles, que lhe fora arrancado dos braços por sua gêmea e criado como filho da mesma.

A segunda gravidez de Mary Drake causou uma tempestade na vida de Jessica e dos Hastings, principalmente. Decidida a não permitir que o fruto da traição de seu marido permanecesse nas mãos de sua mãe obviamente doente, sendo criada na instituição psiquiátrica onde nasceu, Veronica Hastings entra em cena e decide adotar a filha de Peter e Mary. O que ninguém, além de Mary, jamais soube é que, minutos depois de o bebê ter sido entregue a Veronica, o médico surpreendeu-se com a existência de outra criança, a irmã gêmea daquela adotada pela família Hastings.

Sem condições de criar a recém-nascida, Mary Drake abriu mão da própria filha, que foi enviada para Londres, com a promessa de um futuro maravilhoso, criada por uma família de posses, tendo a vida que sua mãe biológica jamais poderia lhe dar e, além disso, totalmente longe das tramas obscuras de sua irmã Jessica DiLaurentis.

Vamos deixar a história de Mary e Jessica por um breve momento e fazer um salto temporal.

Os anos se passaram e a criança adotada pelos Hastings cresceu e foi se tornando, cada vez mais, a filha exemplar, a aluna perfeita, a amiga que todos queriam ter. Spencer Hastings seguia os passos da perfeição e a cada nota alta ou estágio conseguido, provava isso. No ensino médio, ela se tornou amiga de outras três garotas: Hanna Marin, Aria Montgomery e Emily Fields, de modo que o grupo se uniu por conta da garota mais popular da escola, Alison DiLaurentis. Isso mesmo, DiLaurentis. Filha de Jessica e Ken, Ali era a menina que todas as meninas queriam ser e que todos os meninos (héteros) queriam ter.

O grupo era perfeito, exalando sua amizade e suas risadas pelos corredores da Rosewood High. Contudo, pelos cantos da escola, uma garota sempre quis fazer parte do grupo, mas sempre foi excluída e humilhada por Alison: Mona Vanderwaal, ou “Loser Mona”, como foi maldosamente apelidada. O bastante é o bastante e, depois de tanto ser perseguida e maltratada, Mona começa a desenvolver certos distúrbios, alimentados pelo ódio e estranha admiração que tinha por Alison.

A receita para o desastre.

Na noite que antecedeu o fim do feriado do dia do trabalho, Alison, Spencer, Hanna, Aria e Emily se reuniram no celeiro dos Hastings para uma festa do pijama. O que parecia ser apenas mais uma noite animada entre amigas era, na verdade, um teste pelo qual as meninas estavam sendo submetidas por sua líder, Ali, que estava recebendo mensagens anônimas de alguém que a ameaçava constantemente e se identificava como “A”. Até mesmo uma das quatro garotas que considerava suas amigas poderia ser o perigoso stalker. É importante ressaltar que, a essa altura, Alison havia conquistado vários inimigos por Rosewood, além de Mona – a verdadeira responsável pelas mensagens e ameaças a Alison:

Lucas, um dos colegas de escola de Ali a quem ela chamada de “hermie”, espalhando a maldosa fofoca de que o garoto seria hermafrodita;

Ian, um dos garotos que Ali se relacionou, com o agravante de que ele era mais velho e comprometido com Melissa Hastings, a irmã mais velha de Spencer. Ian, juntamente com Garrett e Jason DiLaurentis – o irmão mais velho de Ali – faziam parte do NAT Club, uma estranha fraternidade de garotos que, em sua época de colegial, gravavam vídeos dos habitantes da cidade e, com isso, sabiam vários segredos.
A própria Melissa Hastings, que odiava Ali por ter se relacionado com seu namorado.

Byron Montgomery, o pai de Aria, a quem Ali chantageava por conta do caso extraconjugal que ele mantia com uma de suas alunas da faculdade onde lecionava.

Jenna Marshall, a garota que se recusou a ser uma das discípulas de Alison e acabou perdendo sua visão por causa de uma “brincadeira” da Queen B.

A lista era longa e Alison colecionava vários desafetos. Nessa mesma noite, Jessica DiLaurentis estava aflita porque Charlotte, a filha transexual que ela escondeu de todos durante anos, escapou do Sanatório Radley, onde estava internada desde de quando era uma criança que todos chamavam de Charles. Sim, meus amigos. Jessica criou a criança que nasceu de sua irmã como se fosse sua, mas a manteve durante anos em uma instituição para doentes mentais, tudo porque seu marido, Kenneth, nunca aceitou que a criança era diferente, acusando-a até mesmo de tentar matar Alison, quando ela ainda era um bebê. Na fatídica noite, Charlotte só queria proteger sua mãe de Bethany Young, uma paciente do Radley que descobriu que Jessica estava tendo um caso com seu pai e decidiu se vingar de sua, até então, bem feitora.

Porém, os eventos que se seguiram foram extremamente confusos. Guiada pela raiva que sentia de Alison, Mona encontrou uma garota parecida com sua rival no quintal dos DiLaurentis e, acretiando ser sua maior torturadora, a agrediu com uma pá, até que a menina caísse desacordada. Para a surpresa de Mona, aquela era Bethany Young e, assustada, ela foge dali antes que alguém a flagre no local de um possível crime. Perto dali, Melissa Hastings havia acabado de observar sua irmã. Spencer, discutindo com Alison, ameaçando-a com uma pá. Escondendo-se para não ser vista, Melissa não vê a conclusão da cena e, quando adentra o quintal dos DiLaurentis, encontra o corpo de Bethany e, acreditando ser Alison, enterra a garota achando que estava protegendo sua irmã, acreditando que Spencer a havia matado.

Alison, contudo, estava viva e pronta para voltar ao celeiro com suas amigas – pois não havia descoberto quem era o misterioso “A” que a estava ameaçando, quando foi atingida na cabeça por Charlotte, sua “irmã”, que acreditou que ela era Bethany e a acertou. Desesperada, Jessica DiLaurentis pensa que sua filha está morta e resolve enterrá-la em seu quintal, ironicamente próximo ao corpo de Bethany – porém, sem saber desse último detalhe. Aos prantos, Charlotte tenta se desculpar, mas é afastada de todos, mais uma vez, por sua mãe. Mais tarde, naquela noite, Spencer retorna ao celeiro e revela para as outras garotas que Alison estava desaparecida.

Por sorte, uma senhora com dons psíquicos – a quem Alison recorreu para pedir ajuda em sua investigação a respeito de “A” – que morava em Ravenswood, uma cidade vizinha, sentiu que algo estava errado e se dirigia a Rosewood enquanto esses eventos ocorriam, chegando a tempo de encontrar Alison, com a mão pra fora daquela que poderia ser seu possível túmulo, e salvá-la. Mrs. Grunwald tentou leva-la para um hospital, mas Alison fugiu, vagando assustada pelas ruas da cidade, até ser encontrada justamente por Mona, a pessoa que mais queria que ela desaparecesse.

Mona, então, a leva para o Lost Woods resort, onde cuida de sua “boneca” e consegue tudo o que ela precisa para desaparecer de Rosewood – era isso que “A” exatamente queria, se livrar de Alison de uma vez por todas e, melhor que mata-la, era fazer todos acreditarem que ela havia morrido, assim, ela seria esquecida e não existiria mais.

“A” havia conseguido tudo o que queria: se livrar de sua maior inimiga.

O tempo, como sempre, passou e um ano depois daquela noite confusa, a família Montgomery retornava a Rosewood após sua viagem à Islândia. Com esse retorno, as quatro amigas unidas por Alison se reencontraram e perceberam que suas vidas mudariam completamente, na medida que elas recebiam misteriosas mensagens assinadas por “A” e com a trágica descoberta de um cadáver no quintal da família DiLaurentis, que todos acreditaram ser de Alison. Mona, a mente doentia por trás de tudo isso, permanecia em silêncio, vivendo como uma das novas garotas mais populares da escola e inseparável amiga de Hanna Marin e também como “A”.

O jogo de mensagens, segredos e chantagens arquitetado por Mona durou vários meses até que, finalmente, após um surto, ela revela sua identidade para Spencer. Tudo o que aquela garota sempre quis foi ser uma das escolhidas de Alison, ter um grupo de amigas, fazer parte, pertencer a algo. Porém, as constantes humilhações de Ali e a omissão das outras garotas, fez com que ela ficasse obcecada e desenvolvesse seu distúrbio mental. Hanna sofreu muito ao descobrir a verdade sobre sua amiga, mas de uma forma ou de outra, sempre esteve do lado dela, mesmo quando Mona não era totalmente confiável.

Internada no Sanatório Radley e tomando remédios que a deixavam completamente confusa, Mona conhece Charlotte e as duas imediatamente se ligam por causa das histórias que a até então “A” contava sobre Alison e suas amigas para aquela paciente que, aos olhos de Mona, era a própria Alison. Fascinada com o jogo de “A”, Charlotte resolve assumir o lugar de Mona e passa a torturar aquelas garotas, o que se arrastou por longos meses e provocou muito sofrimento na vida daquelas criaturinhas aparentemente perfeitas.

As pistas de que Alison estaria viva começaram a surgir e, seguindo essa trilha, as garotas acabam descobrindo toda a verdade e convencendo que sua amiga voltasse pra Rosewood, o que foi difícil no começo e só piorou com o passar do tempo, começando com a inesperada morte de Jessica DiLaurentis: com o retorno de Mary Drake a Rosewood, disposta a conhecer sua filha, Spencer, Peter e Jessica concordaram que precisavam dar um fim definitivo a essa ameaça, mas o plano saiu pela culatra e os remédios que deveriam acelerar o coração de Mary Drake, causando sua morte, foram ingeridos por sua irmã gêmea.

O mistério pairou na cidade por muito tempo, mas quando Charlotte, como “A”, resolveu sequestrar Mona Vanderwaal, encenando um aparente homicídio, que esse assassinato foi deixado um pouco de lado. O próximo passo da nova “A” era sequestrar Spencer, Hanna, Aria e Emily, que haviam sido condenadas, juntamente com Alison, pela morte de Mona, e leva-las para uma grande Casa de Bonecas, onde elas viveriam para sempre, como o que haviam sido até então, as bonecas vivas de “A”.

Por sorte, a existência de Charles veio à tona e as meninas conseguiram escapar de seu terrível cativeiro, não demorando muito até que descobrissem que Charlotte – a quem elas conheciam como Cece Drake – era a responsável por tudo aquilo. Para tranquilizar as pessoas que ficaram chocadas com o possível incesto entre Charlotte e Jason – uma vez que, para poder estar sempre próxima às garotas e à sua família, Charlotte adotou essa identidade e acabou se tornando a namorada de seu “irmão” -, enfatizamos que ela NÃO era filha dos DiLaurentis, portanto, não tinha nenhuma relação genética com Jason. O que não torna menos complicado a história de eles terem se relacionado – não por a Charlotte ser uma mulher trans, mas pelo suposto parentesco entre eles.

Com Charlotte desmascarada e agora internada no sanatório Welby, Alison se dedicou por cinco anos a cuidar de sua irmã, contando com a ajuda de seu marido Elliott Rollins. Porém, na noite em que Charlotte recebeu alta de sua estadia na instituição, Mona, que não estava convencida da suposta melhora dela, a chamou para uma conversa ameaçadora – uma vez que Mona queria proteger suas amigas de “A” – que aconteceu na torre da igreja da cidade. Depois de discutirem, as duas “As” entram um conflito físico que acaba resultando na acidental morte de Charlotte.

O fato abala Alison que encontra conforto nos braços de Elliott, seu compreensivo marido, mas o que ela não sabia é que Elliott, na verdade, se chamava Archer e só se aproximou dela para conseguir vingança por Charlotte, por quem ele realmente estava apaixonado e com quem tinha um relacionamento. O médico fajuto convenceu Mary Drake a ajuda-lo, prometendo dividir com ela o dinheiro que roubaria de Ali.

Nesse ponto, é importante retomarmos a história da gêmea que nasceu na mesma noite que Spencer. Wren Kingston, ex-noivo de Melissa, coincidentemente estava entrando em um bar em Londres quando se vê diante de Spencer, sua ex cunhada, garota por quem chegou a ser apaixonado por um tempo. Fascinado com o encontro, ele tenta se aproximar, mas Alex, a bartender, não entende nada do que está acontecendo. É importante ressaltar que, na época em que Charlotte esteve no Radley, Wren a ajudou sair de lá várias vezes, conhecendo sua história e se tornando seu cúmplice, de certa forma. Ao encontrar Alex, ele imediatamente entra em contato com Charlotte e ela segue para Londres, no mesmo vôo que Archer Dunhill estava tomando – e ai temos o primeiro encontro do casal.

Alex, por meio de Wren, começa a fazer parte da história de Charlotte. Ao saber da morte de sua irmã, a jovem se revolta e resolve assumir o jogo deixado pela segunda “A”. Decidida a descobrir quem matou sua irmã, Alex Drake – ou A.D., como passou a se identificar para as meninas por meio de mensagens ameaçadoras – faz de tudo para se vingar daquelas que fizeram Charlotte ficar trancada por anos em Welby e que, possivelmente, causaram sua morte. Contando sempre com a ajuda de Wren, que chegou até a atirar nela só pra que ela tivesse a mesma cicatriz que Spencer teve por conta do tiro que levou, Alex estava levando a cabo o seu plano de assumir o lugar de Spencer para sempre. Para isso, ela chegou até mesmo a interagir com Hanna e Toby Cavanaugh, o grande amor da vida de sua irmã.

Alex levou seu plano às últimas consequências e, um ano depois de descobrir que Mona acidentalmente matou Charlotte, Alex retorna a Rosewood no dia do casamento de Aria e Ezra Fitz, sequestra Spencer e Mary Drake – forçando-a a ajuda-la a manter Spencer prisioneira – e revela para sua irmã gêmea toda a verdade, deixando Spencer em choque. Ezra acaba sendo sequestrado por conta de suas inesperadas interações com a “gêmea do mal”, deixando Aria desesperada ao achar que ele havia desistido do casamento. Alex conta com a ajuda de Mona para realizar seus últimos feitos, mas ela não contava que a primeira “A” seria muito mais esperta que isso e convenceria Wren – que a visitara em Welby com a intenção de mata-la – a ficar do seu lado e usá-lo em favor próprio.

Alex chega ao extremo de matar seu cúmplice, mas não sem antes revelar a uma das pequenas filhas de Alison e Emily que Wren era a outra metade genética usada para a geração dos bebês. O plano de A.D. funciona perfeitamente até que, inesperadamente, a pessoa mais improvável fareja algo estranho: ao se encontrar com Jenna Marshall, Alex não contava que ela pudesse identificar, pelo olfato apuradíssimo, que ela não era a verdadeira Spencer e alertar Toby a respeito disso.

Não demora muito para que as meninas e seus namorados chegassem até a localização onde A.D. mantinha Spencer e Ezra presos. Obviamente, Mona foi parte fundamental na trama, ajudando-os a chegar até o lugar e se mostrando, mais uma vez, o grande cérebro de Rosewood.

Um último confronto dramático entre as gêmeas marca o final da trama de A.D., que acaba sendo presa por um policial que Mona alertou. Para o azar de Alex, aquele policial era um cúmplice de Mona que, tempos depois, veríamos com ela em Paris, numa loja de bonecas comandada por ela. Um belo estabelecimento, mas que, no porão, escondia uma casa de bonecas onde Mona mantinha suas duas bonecas mais perigosas e nocivas à suas amigas em Rosewood: Alex e Mary Drake. O ciclo completo: Mona recuperou o jogo e, dessa vez, o venceu maravilhosamente.

Em Rosewood, Jenna Marshall, depois de várias tentativas de recuperar sua visão, se conformou com sua cegueira e agora trabalhava como professora em Rosewood High. Alison e Emily viveriam suas vidas juntas, criando suas filhas, felizes e mais unidas que nunca. Aria e Ezra poderiam, por fim, viver seu amor sem mais interrupções, livros secretos ou sequestros. Hanna e Caleb comemoravam a chegada de seu primeiro filho, enquanto Spencer se reunia com Toby e finalmente passava a ter um bom relacionamento com sua irmã, Melissa.

As mensagens de “A” nunca mais chegariam para aquele grupo de mulheres, que amadureceram e se tornaram cada vez mais fortes por conta de tudo o que passaram. Por outro lado, um novo mistério acordava em algum canto da cidade, com o desparecimento de Addison, uma garota que lembrava, em muitos traços, a pessoa terrível que Alison foi um dia.

Muitos de vocês devem estar se perguntando o porquê de uma review tão extensa com fatos que já sabemos há bastante tempo. Pois bem, eu pensei em rebobinAr LITERALMENTE a trama central dessa história maluca das nossas mentirosinhas até a última revelação da série. É uma forma que encontrei de me despedir desse trabalho tão maravilhoso que foi escrever essas review pra vocês toda semana. Mas, antes de a gente se despedir, vamos comentar algumas coisinhas? Vamos!

Wren foi a grande ponte entre Alex e Charlotte. Queriam ele na trama central? Então toma! Eu achei maravilhosa a relação dele com a Alex e, confesso, que já estava esperando que ele seria o pai das Babies Emison. Falando em personagens que não víamos faz tempo, foi maravilhoso rever a Melissa! Quando a Mona apareceu pela primeira vez com aquela máscara, meu coração simplesmente gelou achando que ela fosse A.D., mas, pra não perder o costume da trollagem nessa série, era só uma daquelas máscaras muito bem feitas.

Sobre os casais, não vou usar essa review pra reclamar deles – até porque já fiz muito isso, risos – mas foi finalmente bom ver todo mundo junto e sem mais obstáculos. O drama da Aria por não poder engravidar foi bem tocante, mas não achei um motivo forte pra cancelar o casamento, talvez tenham exagerado na dose ai. Confesso pra vocês que respirei aliviado quando ela e o Ezra FINALMENTE se casaram, até porque ninguém aguentava mais as idas e vindas desses dois.

Emison até que foi fofinho, é bom ver que a Em teve o que sempre sonhou e que a Ali finalmente a valorizou. E aquelas bebês, gente? Que coisinhas fofuxas! Só achei meio mórbido colocar logo um vestidinho amarelo nelas…

Haleb pisou! Fiquei tão feliz de ver a felicidade da Hanna anunciando que estava grávida, foi realmente uma cena muito bonita de se ver.

O quão maravilhosa foi aquela cena com as mães? Socorro! Amei muito elas comentando sobre quando ficaram presas no porão, rainhas mesmo. Jenna reinando, salvou Rosewood inteirinha nos 45 do segundo tempo só usando o nariz, além de colocar aquela insuportável da Addison no lugar dela. Vocês reparam que uma das “amigas” da Addison é sobrinha da Maya? Achei maravilhoso terem mencionado ela no último episódio, sdds Emaya.

Antes que perguntem, aquela cena do começo com o Lucas sapateando e a Jenna andando a cavalo era só uma espécie de alucinação da Mona, então não acho que tenhamos nada que investigar ai – ou sobre qualquer outra coisa agora que a série acabou.

Agora eu preciso dedicar um espacinho aqui pra falar da Mona. Eu estou simplesmente, extremamente, maravilhosamente aliviado por ela ter tido um final MARAVILHOSO. Terminou rica, maravilhosa e em Paris, com o jogo de volta e como grande vencedora desse mesmo jogo que ela mesma começou. Fiquei muito MUITO feliz com esse final que deram a ela, vai ser uma das personagens que vou levar pra sempre como uma das minhas preferidas, sem dúvida.

Agora, vamos falar sobre a trama das gêmeas? Bom, eu disse em reviews passadas que se colocassem mais uma gêmea seria trabalho de roteirista preguiçoso e meio que mantenho essa posição. Mas, surpreendentemente, eu até que gostei de como as coisas foram postas. Era esperado? Sim. Era óbvio? Talvez. De qualquer forma, mesmo sendo algo que eu disse que não iria gostar, foi algo que me surpreendeu positivamente, então fiquei satisfeito com o desenrolar de tudo. Eu só acho que deveriam ter usado isso antes porque a Alex se mostrou uma personagem muito complexa e que seria uma delicia de acompanhar por mais episódios. Não se enganem, ela foi uma vilã TERRIVEL, mas ao mesmo tempo, uma personagem muito cativante. Vale destacar também a relação de Alex com Aria, até mesmo por conta do “Team Sparia”, ai fica fácil a gente entender o porquê de A.D. ter envolvido a Aria de uma maneira diferente no jogo, a relação com essa Liar em específico era, de certa forma, mais especial para ela.

Por fim, vamos aplaudir de pé, com as mãos e os pés, a atuação da Troian Bellisario. Que samba foi esse, gente? Ela simplesmente pisou na cara de todos nós e se coroou como rainha absoluta dessa série, junto com a Mona. Aquele sotaque britânico que ela fez pra Alex, eu simplesmente não acreditava no que tava ouvindo de tão perfeito que estava. Esse ponto foi, com certeza, o mais forte desse último episódio e eu espero ver a nossa Troian em alguma série nova muito em breve.

Bom, e como já esperávamos, a série terminou introduzindo um mistério idêntico ao que deu início à história das Liars, mas dessa vez, como sumiço da Addison. Isso significa que vai ter uma “continuação”? Sinceramente, espero que não. PLL, inicialmente, era pra ter apenas 5 temporadas e eu acho que deveriam ter mantido esse plano, já que a pedido da emissora, resolveram esticar até 7 temporadas. Se até a quinta já estava tudo uma bagunça de confuso, imagina esticar mais dois anos? Mas isso não importa mais, né, gente? Afinal, tivemos a nossa conclusão. Foi, de fato, um ciclo: no primeiro episódio, tudo começou no celeiro dos Hastings e depois com a Aria chegando de viagem e, agora, tudo termina com a Aria indo viajar e no celeiro onde Addison teve a festa com suas amigas. Pra algo começar, algo precisa terminar…

E terminar essa última review me parece mais difícil do que imaginei, foram CINCO ANOS rebobinAndo com vocês, toda semana, quebrando a cabeça com fatos de episódios anteriores, amando a Mona, odiando “A” – e depois entendendo os motivos de “A” -, querendo que a Tanner morresse, rezando pra Ashley Marin não sofrer, enfim… passamos por muita coisa, não é mesmo? Justamente por isso, quero MUITO agradecer cada um que sempre esteve aqui nos comentários, ou que simplesmente leu a review sem falar nada, porque é justamente pra vocês que eu escrevi o rebobs desde a metade da terceira temporada, que foi quando entrei aqui pro PLLBR. Vou sempre ser muito grato por vocês, leitores lindos, que sempre demostraram muito carinho, seja aqui ou no twitter. Espero que vocês tenham gostado dos nossos rolês por Rosewood tanto quanto eu e que a gente ainda se encontre por aí, nos tabuleiros da vid-A.

MUITO OBRIGADO, DE CORAÇÃO!

KISSES, -JP.

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