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RebobinAndo: 7×11 Playtime

 JP  19/04/2017  RebobinAndo

É hora de começar a aprender dizer adeus: começou a última rodada do jogo de A.D.

Estamos de volta, menines! Confesso que esperar oito longos meses pra acompanhar a tão esperada reta final de PLL foi uma tarefa um tanto difícil, não é mesmo? Pois bem, cá estamos de volta a Rosewood, momentos depois do tiroteio que foi o 7×10 The Darkest Knight, episódio que encerrou a primeira metade da última temporada da série, trazendo várias reviravoltas para as vidas das nossas mentirosinhas: a gravidez de Ali, o acidente de Toby e Yvone, o retorno de Nicole, a morte de Noel e a revelação de que Mary Drake é a mãe biológica da nossa Spencita.

Pois bem, vamos começar com o que realmente importa, ou seja, a história central. Baleada, Spencer foi levada para o mesmo hospital onde Toby foi parar depois do acidente (aparentemente, ele foi diagnosticado com um problema de visão e agora precisa usar óculos, ficou fofinho, né? :3 ). As meninas, então, meio que respiraram aliviadas, uma vez que, com Noel morto, Jenna e Mary desaparecidas, o pesadelo com A.D. aparentemente teria terminado. Coitadas, né? Essas ai nunca aprendem: foi só passar uma semana que elas receberam uma caixa enorme, embrulhada pra presente, com uma mensagem bem simpática – pra não perder o costume – da pessoa que as persegue, “It’s playtime”. É, agora a p**** ficou séria.

Ao abrirem a caixa, as meninas se deparam com um tabuleiro/réplica de Rosewood, chamado “Liars Lament”, contendo um quadro de início (home) onde, como deu pra notar, elas encaixariam peças de quebra cabeça que ganhariam no decorrer do jogo. Além disso, o tabuleiro ainda contava com as réplicas em bonecas das Liars e um celular acoplado que daria as instruções para o jogo (relembrando aqui que o celular sempre foi o principal meio de comunicação de “A” com as Liars e isso foi um detalhe interessante).

Obviamente, as meninas se recusam a entrar na brincadeirinha, concordando simplesmente em não fazer nada, nem jogar, nem entregar pra polícia e nós, claramente, já soubemos nesse momento, que essa história não poderia terminar bem. A primeira Liar a jogar, para nossa surpresa – ou não – foi Spencer que, motivada pela vontade de descobrir mais sobre sua verdadeira origem, acabou dando “start” no tabuleiro.

Eu achei muito boa a cena entre Spencer e Veronica, quando descobrimos o que aconteceu há anos atrás entre os Hastings e os DiLaurentis, mas achei o “motivo” bem novela mexicana. Só pra gente recapitular e entender, Mary queria se vingar de Jessica e, por isso, foi lá e ficou com o Peter, que, no final das contas, acabou sendo o pai de todos e grande Mr. Catra de Rosewood: Jason, Melissa e Spencer foram gerados pelo Daddy Hastings, sendo, portanto, todos meio-irmãos. Sabendo que Mary daria a luz a uma criança em uma instituição psiquiátrica – nosso querido e finado Radley Sanitarium -, Veronica sentiu que precisava fazer algo, motivada por alguma espécie de mal-estar por estar por conta de mais uma traição de Peter e toda essa confusão com Jessica e Mary e, usando de sua influência como advogada, fez o que foi preciso para que Spencer fosse SUA filha e de mais ninguém.
Linda história, não? Pelo menos foi suficiente para motivar nossa Hastings preferida a jogar como A.D. queria: aquele tabuleiro, creio eu, deve estar conectado com alguma espécie de computador com câmera super futurística que sabe exatamente quando se ligar sozinho e começar a funcionar (essa parte mega tecnológica de PLL é um pouco demais pra mim, mas ok, já aceitei a realidade da série, então vamos simplesmente dizer “OK”). Para saber mais sobre sua mãe biológica, Spencer teria que visitar Toby no hospital e, sem pensar duas vezes, toma seu rumo e vai falar com seu ex namorado. Pelo que deu pra entender, Yvone está em estado crítico mas Toby tem, ao menos, o “consolo” de saber que o jogo de A.D. acabou. Inocente esse menino, não é mesmo? Eu vejo esse desafio do tabuleiro como um teste, já que a Spencer não contou nada pra ele sobre o jogo, deixando que ele acreditasse que as meninas estavam livres de verdade. Que coisa, não?

Como prêmio pelo desafio, Spencer recebe uma carta escrita, anos atrás, por Mary Drake, e uma peça para ser encaixada no quebra-cabeças do tabuleiro. Gostei bastante dessa dinâmica de “prêmiozinhos” e também achei bem tocante a carta da Mary… não acho que ela seja uma pessoa TÃO péssima assim, mas também não acho que ela vá ter um final exatamente feliz (sinceramente, espero estar enganado, levando em conta tudo que a personagem já sofreu por conta da nossa finada Mrs. D. que foi bem bitchy com a irmã, a vida toda).

“Ah, então se dentro desse tabuleiro estão as peças que completam o quebra-cabeças e vários “prêmios” para coisas que as Liars querem, por que elas não quebram tudo logo de uma vez e arrancam tudo de lá de dentro?” Esse foi o meu pensamento, o seu pensamento, o pensamento da Hanna e de todos nós. Porém, A.D. não é bagunça e, antes mesmo que o tabuleiro chegasse perto de uma tentativa de destruição, um vídeo aparece na tela do celular mostrando a noite em que as meninas denterraram o corpo do Archer, A.K.A. Dr. Rollins Falsiane, deixando claro que, caso elas parem de jogar, podem parar na cadeia. Ah, e calma que não é só isso, porque depois dessa mensagem amigável, A.D. ainda envia uma última, com os dizeres “Winner take all”, que significou, acredito eu, que as Liars vão acabar competindo entre si mesmas dentro daquele jogo, mas que se elas, ou uma delas, perder, A.D. vai ser o grande “winner” e ai a coisa vai ficar feia. Eu fiz uma pesquisa no nosso amiguxo Google sobre a expressão em destaque e vou deixar ESSE LINK pra vocês darem uma lida em como funciona as eleições nos Estados Unidos, que adotam esse sistema de “winner-takes-all”, acredito que possa ter algo a ver com o tipo de jogo que A.D. arquitetou. Enfim, me digam o que vocês acham, ok?

Agora vamos ás historinhas paralelas, começando pela Hanna. Vimos que nosso Haleb ta vivo SIM e parece que agora é pra valer. Fiquei feliz? Sim, mas espero que nessa reta final não se dê um destaque mais que necessário pra ships e casais, afinal, a série é MUITO MAIS que isso, embora esses elementos ai façam parte da mistura como um todo. Caleb, todo fofo, viu que Hanna estava preocupada com o sumiço de Jenna e Mary e se ofereceu pra descobrir o paradeiro delas enquanto Hanna dedicasse sua atenção para seus desenhos, tentando, assim, deslanchar sua carreira como estilista.
O que a gente não imaginava é que quem ajudaria Hanna nessa empreitada seria justamente ela, a dona de Rosewood e de nossas vidas: Mona Rainha Vanderwaal. Nesse episódio vimos uma demonstração do poder dos contatinhos quando nossa –A original fez uma ligação e já conseguiu a pessoa ideal pra exibir as criações de Hanna, ninguém menos que a filha de um senador importantíssimo, Katherine Dale. Gente, e o que foi o diálogo “Como você conhece a Katherine Dale?” “A Katherine Dale ME CONHECE.” Olha… a Mona é tão dona da minha alma que eu simplesmente não tenho palavras pra descrever meu amor por essa criatura.

O problema é que a Katherine achou que Hanna era uma funcionária da Mona, o que deixou a nossa Liar um tanto irritada (reação que eu achei meio desnecessária, mas ok), mas logo tudo se resolveu porque onde tem Mona, tem eficiência e samba. PISA MENOS, MONA, EU IMPLORO!

Nessa semana também vimos o desenrolar de Ezria, que acabou ficando meio perdido com a volta da Nicole, fazendo a Aria – e todos nós – pensar que o casal tinha acabado de novo (e de vez). Porém, para nossa surpresa – e apesar de Ezra ter dado um beijão na Nicole em rede nacional -, o noivado continua de pé, porém, com aquela duvidazinha de “será que ele contou pra Nicole que a gente vai se casar?”. No meio do episódio, Ezra teve que sair às pressas pra clínica de reabilitação, em Nova York, onde Nicole está internada, o que deixou a Aria parecendo aquele gif do John Travolta perdido e desorientado, sem saber o que fazer. Alguém mais duvida que a presença da Nicole entre Ezria vai ser a coisa mais chata desses últimos episódios? Ninguém merece… mas, outra coisa que essa storyline nos trouxe foi o Holden, lembram dele? A criatura apareceu pela última vez láááááá na terceira temporada e voltou agora como irmão da dona do buffet de casamentos onde a Aria estava planejando sua festa com a ajuda de Hanna. Que coisa, não? O Desaparecido voltou como cozinheiro do buffet e bem interessado em ser amigo da nossa baixinha de novo. Espero que ele tenha alguma utilidade além de exibir beleza nas nossas telas. Só isso mesmo.

Agora, se tem uma coisa que me deixou feliz no episódio foi ver uma mudança quase que radical na caracterização da Alison. Depois de todos os traumas sofridos no decorrer da série e, mais recentemente, da descoberta da gravidez, a ex-Queen B parece estar muito mais séria e sua atitude bem mais… difícil. E nós gostamos de ver a Ali como uma personagem forte, não é mesmo? O que não esperávamos é que os escritores fossem ressuscitar o drama “Ali vs. Paige” nessa altura do campeonato e nem sei se tenho uma opinião sobre isso. Alison está, visivelmente, com ciúmes da Emily, mas, ainda assim, sem saber o que sente por ela direito, embora a gente já tenha percebido que a presença da Paige incomoda muito ela. No final das contas, Ali acabou desabafando com Emily todas suas angústias e Em deixou claro que enquanto ela não tiver certeza do que sente, não deveria tentar uma aproximação mais íntima, digamos assim. Que coisa, não? O que vocês esperam desse triângulo Ali – Emily – Paige? Será que essas três vão conseguir encontrar um meio de se entender pelo menos onde trabalham?

Antes que o episódio acabasse, vimos que Jenna está maravilhosamente bem, com o cabelo solto de prancha, arrumada, maquiada, em cima do salto, tomando chazinho com A.D. e, ao que parece, temos uma aliança perigossissima formada. Confesso que SEMPRE QUIS ver Jenna envolvida com o vilão/vilã principal e queria agradecer aos envolvidos por essa realização. Como vimos, A.D. prometeu contar à Jenna sobre o jogo e cumpre a promessa entregando para ela alguns arquivos em braile (que provavelmente já foram “traduzidos” por alguém ai pela internet, mas não tive tempo de procurar). Jenna “lê” as primeiras linhas e um sorriso de satisfação maléfica se estampa na cara dela quando a palavra “endgame” é identificada… medo, apenas medo.

E aí, o que acharam do tão aguardado retorno de PLL? Comenta ai! Espero que vocês tenham gostado da review e do episódio, relembrando que estaremos aqui, juntinhos, comentando tudo, até o fim (sim, acostumem-se com a ideia de que tá acabando). Semana que vem espero vocês pra review do 7×12 These Boots Are Made For Stalking.

See you, bitches!

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